
Homem de 30 anos prestava serviço em uma residência no Parque Ortolândia e precisou ser levado pelo helicóptero Águia ao HC da Unicamp
Um trabalhador de 30 anos sofreu traumatismo cranioencefálico após uma queda de telhado em Hortolândia nesta terça-feira (20). O acidente aconteceu enquanto ele prestava serviço em uma residência na Rua Pastor Germano Ritter, no Parque Ortolândia.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para atender a ocorrência.
Diante da gravidade dos ferimentos, também foi solicitado o apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar, que realizou o transporte aeromédico da vítima até o Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp, em Campinas.
Até a última atualização consultada, não havia sido divulgado um novo boletim sobre o estado de saúde do trabalhador.
Queda de telhado em Hortolândia aconteceu durante trabalho
Segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência, o homem realizava um serviço em uma residência quando sofreu a queda.
O imóvel fica na Rua Pastor Germano Ritter, no Parque Ortolândia.
As circunstâncias exatas que levaram ao acidente não foram detalhadas. Também não foi informado qual tipo de serviço era realizado no telhado no momento da queda.
Informações divulgadas após o acidente apresentam estimativas diferentes sobre a altura.
Inicialmente, um profissional da equipe do helicóptero Águia informou à EPTV que a queda teria ocorrido de aproximadamente seis metros.
Já a Polícia Militar informou posteriormente que a altura seria de aproximadamente três metros.
Diante da divergência, a altura exata da queda ainda não está consolidada nas informações públicas sobre a ocorrência.
Trabalhador sofreu traumatismo cranioencefálico
Com o impacto, o homem sofreu um traumatismo cranioencefálico.
Uma testemunha relatou ainda que, durante a queda, o trabalhador teria atingido a cabeça em uma mesa.
O Samu de Hortolândia foi chamado e prestou atendimento no local.
A gravidade do quadro levou ao acionamento do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar.
Após os primeiros procedimentos de atendimento e estabilização, o homem foi levado pelo helicóptero Águia até Campinas.
O destino foi o Hospital de Clínicas da Unicamp, unidade de referência regional que recebe pacientes vítimas de traumas e outras ocorrências de maior complexidade.
Helicóptero Águia realizou transporte até Campinas
O apoio aéreo é utilizado em ocorrências nas quais a rapidez do deslocamento até uma unidade hospitalar especializada pode ser necessária.
Após o atendimento inicial em Hortolândia, a vítima foi transferida para o HC da Unicamp.
O uso da aeronave reduz o tempo de deslocamento em comparação ao transporte rodoviário, principalmente em situações de maior gravidade.
Hortolândia já registrou outras ocorrências nas quais o helicóptero da Polícia Militar foi acionado para transferir pacientes ao hospital universitário em Campinas.
Em novembro do ano passado, por exemplo, um motociclista de 22 anos gravemente ferido em um acidente no Jardim Amanda também precisou ser transportado pelo Águia ao HC.
Estado de saúde atualizado não foi divulgado
Apesar da confirmação do traumatismo cranioencefálico e da transferência hospitalar, não havia informações públicas atualizadas sobre a evolução clínica da vítima até a publicação desta reportagem.
Também não foram divulgados detalhes sobre eventuais outras lesões provocadas pela queda.
A identidade do trabalhador não foi informada.
Não há, até o momento, informação pública sobre eventual registro da ocorrência como acidente de trabalho ou sobre abertura de investigação para apurar as circunstâncias.
Também não foram divulgados dados suficientes para afirmar se havia ou não equipamentos de proteção sendo utilizados no momento do acidente.
Trabalho em altura possui regras específicas de segurança
Atividades executadas em altura possuem regras específicas de segurança no Brasil.
A Norma Regulamentadora nº 35, do Ministério do Trabalho e Emprego, estabelece requisitos e medidas de prevenção para trabalhos realizados com diferença de nível superior a dois metros quando existe risco de queda.
A regulamentação prevê planejamento, organização e execução das atividades de forma a reduzir os riscos aos trabalhadores.
Entre as medidas previstas estão avaliação das condições do local, análise de risco, capacitação e utilização de sistemas adequados de proteção contra quedas conforme as características do serviço.
As regras são aplicáveis a diferentes setores, incluindo construção civil, manutenção, indústria, telecomunicações e outras atividades que envolvam trabalho em altura.
No entanto, não há informação suficiente sobre as circunstâncias da ocorrência desta terça-feira para afirmar se houve descumprimento de alguma norma de segurança.
Quedas estão entre riscos de trabalhos em altura
O próprio Ministério do Trabalho destaca que acidentes envolvendo quedas entre diferentes níveis estão entre as causas de ocorrências graves e fatais no ambiente de trabalho.
Por esse motivo, a NR-35 estabelece que o trabalho em altura deve ser planejado para evitar a exposição ao risco sempre que possível.
Quando a atividade não pode ser realizada de outra maneira, devem ser adotadas medidas destinadas a eliminar ou reduzir o risco de queda e suas possíveis consequências.
A norma também passou por atualizações em 2026, incluindo mudanças relacionadas aos treinamentos previstos para profissionais que executam atividades em altura.
Os treinamentos inicial, periódico e eventual previstos pela NR-35 devem ser realizados presencialmente, conforme as novas regras divulgadas pelo Ministério do Trabalho.
Acidente aconteceu no Parque Ortolândia
A ocorrência desta terça-feira mobilizou as equipes de atendimento na região do Parque Ortolândia e terminou com a transferência aeromédica do trabalhador para Campinas.
Até agora, as informações confirmadas apontam que o homem tem 30 anos, realizava um serviço em uma residência e sofreu traumatismo cranioencefálico após cair do telhado.
As circunstâncias que provocaram a queda de telhado em Hortolândia, assim como a altura exata e o quadro atualizado da vítima, não foram detalhadas oficialmente.
O trabalhador permanece sob atendimento médico após ter sido encaminhado ao Hospital de Clínicas da Unicamp.
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