
Uma jovem de 23 anos, identificada como Ingrid Maielly de Mendonça Dalarmi, foi vítima de uma brutal tentativa de estupro na noite de domingo (30), na região central de Hortolândia. O crime ocorreu por volta das 22h30, quando ela deixava o trabalho.
O ataque se deu sob o viaduto da Avenida Anhanguera, na passagem sobre o Ribeirão Jacuba, nas proximidades de um shopping center onde Ingrid trabalha. A jovem foi violentamente agredida com socos no rosto, além de sofrer uma tentativa de esganadura. O agressor a arrastou para uma área gramada, onde tentou remover suas roupas.
Em um ato de coragem e esperteza, Ingrid reagiu e conseguiu ferir o agressor. Percebendo a gravidade da situação, ela se fingiu de morta. Acreditando que a vítima não representava mais perigo, o homem interrompeu o ataque, permitindo que Ingrid escapasse. Apesar de conseguir fugir, a jovem sofreu lesões no rosto e pescoço.
Logo após o crime, Ingrid foi levada para o Hospital Mario Covas, onde recebeu atendimento médico. Na terça-feira, ela passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal de Americana. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) como tentativa de estupro e lesão corporal.
Em uma atitude de bravura, Ingrid optou por se identificar publicamente e mostrar o rosto, com o objetivo de mobilizar as autoridades e a população na busca pelo agressor. Ela relatou que foi abordada duas vezes nas imediações do viaduto, a primeira vez na passarela sobre o Ribeirão Jacuba.
A vítima descreveu o agressor como um homem de baixa estatura, acima do peso, com barriga saliente, pele morena, cabelos curtos e com sinais de calvície. Ela acredita que ele estaria de bicicleta.
A mãe de Ingrid expressou sua indignação e revolta diante do ocorrido. Ela relatou o choque ao saber da violência sofrida pela filha e a preocupação com a segurança na região.
A Secretaria de Segurança Pública informou que a DDM de Hortolândia está conduzindo diligências para identificar a autoria e esclarecer os fatos. As forças de segurança da cidade estão em alerta com as características do suspeito. A população é encorajada a colaborar com informações que possam levar à identificação ou localização do agressor, através do Disque Denúncia (181) ou do 197 da Polícia Civil. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.
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