
O caso do assassinato de Marcelo Bacci Coimbra teve um desfecho no domingo (21). O principal suspeito da morte de dentista se entregou à polícia.
O homem tem 30 anos. A apresentação ocorreu na capital paulista. Ele procurou o 4º Distrito Policial da Consolação.
A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas investiga o crime. A unidade pertence à Divisão Especializada (DEIC).
Contra ele, já existia um mandado de prisão. A Vara do Júri de Hortolândia expediu a ordem na sexta-feira (19).
Imediatamente, os delegados interrogaram o indivíduo. A polícia trata o caso como homicídio qualificado. Esse crime é considerado hediondo.
Investigação descarta roubo
A polícia descartou a hipótese de latrocínio. Ou seja, não houve roubo seguido de morte.
Nenhum bem da vítima foi subtraído. Portanto, isso reforça a linha de homicídio.
Além disso, a polícia esclareceu outro ponto. O dentista fez um Pix de R$ 200 no dia do crime.
O beneficiário colaborou com a investigação. Segundo a polícia, essa pessoa não teve envolvimento na morte. Pelo contrário, ela ajudou a identificar o autor.
O crime no motel
A investigação apontou o local do crime. O assassinato ocorreu em um motel em Hortolândia.
Antes disso, vítima e suspeito estavam juntos. Eles se encontraram em uma sauna em Campinas.
Após o crime, o autor removeu o corpo. No dia seguinte, ele ateou fogo no cadáver e no carro.
Em seguida, o homem fugiu para São Paulo. Ele permaneceu na capital até se entregar.
Cronologia da tragédia
O desaparecimento ocorreu em 7 de dezembro. Dois dias depois, a polícia achou o carro.
O veículo estava carbonizado em Sumaré. Câmeras flagraram o momento do incêndio.
Posteriormente, a polícia encontrou o corpo. A descoberta aconteceu no dia 13 de dezembro.
A perícia confirmou a identidade apenas no dia 19. O IML usou exames de DNA e arcada dentária.
Agora, o suspeito da morte de dentista está preso. O inquérito segue para a fase final.
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